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[22 de dezembro de 2008]

Estou quase arrancando os calendários desse ano que está a ir embora. Espero não precisar pensar em datas por muito tempo. Sinto-me longe da vida, então rodopio-pio. Faz calor e eu só quero saber do vento debaixo da minha saia. O sopro no meu rosto. A liberdade nos meus braços.

Você é tão frágil, vai quebrando-se desde o dia em que te peguei pela primeira vez. Tão frágil e não sei te remontar. Vivo então na condição de perder um pedaço de ti a cada dia. Começou logo depois que nasci.

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