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[30 de maio de 2009]

Devo marcar esse dia com algo extremamente diferente que me aconteceu. Estava eu deprimida numa fria tarde curitibana quando decidi visitar a biblioteca. Sabe como é, tenho uma ligação forte com os livros, algo meio carnal, eu diria e o fato de não ir a tal biblioteca há muito tempo me fazia ter certa necessidade em encontrar os ditos livros. E lá fui.

Além de triste eu estava dormente, fazendo dessa uma expriência estranha. Caminhei por entre as partileiras cheias de livros tão queridos, corredores já tão conhecidos. Escolhi algumas obras e fui sentar-me para ler. Peguei Alice Ruiz, o único livro dela que havia: Navalhanaliga. Li e fiquei revirando aquele amontoado de palavras por um tempo, coloquei o livro na mesa e fui embora.

Devo ressaltar que enquanto escrevo isso ainda não acredito que realmente tenha acontecido. Logo que cheguei em casa adormeci. Quando minha mãe me viu não comentou se me ouviu saindo - ela estava dormindo quando saí e quando voltei, mas tem um sono leve. Tudo me faz crer que foi um sonho, foi irreal, tudo me faz crer que não estive lá.

Talvez eu precisasse tanto ir que no final foi como se eu não tivesse ido a lugar algum.

Comentários

pois nem eu sei se aconteceu, mas que bom que foi assim. foi algo muito bom. ruim é o reverso.

ah, não vou à praia há exatos 13 anos, ganhas de mim por 3 ainda!