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[14 de julho de 2011]

Minha cabeça dói como se estivesse crua e meu corpo pesa. Da caneta e do caderno, da luz e da angústia, só sei que estou entregue. Hoje acordei num desespero e vou dormir envolvida pela minha ilusão de que tudo se resolverá. Sinto-me honesta com o mundo, como se caminhar fosse sentir todos os músculos em movimento, todo o peso do corpo. Caminho não pela liberdade, mas por saber que preciso dar o próximo passo.

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