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[15 de julho de 2011]

Não costumo ver a manhã, amante da madrugada que sou. A luz difusa que se fortalece aos poucos, o cinza que se transforma em azul e amarelo, os pássaros que cantam, brisa fria, cheiros. A vontade de ficar na cama entre o sonho e a realidade, sentir que a vida lhe entra vagarosamente, com silêncio, assim como quando lhe sai aos poucos antes de dormir. Ter tempo para acordar mesmo com sono, não saber se fará frio ou calor já que estou em Curitiba, olhar os primeiros movimentos de si mesmo com preguiça.

A cafeína aciona meu cérebro, meu corpo se amorna e o céu fica mais azul. Os sons aumentam, os carros passam e a sensação de paz vira saudade.

Comentários

Anônimo disse…
Olá!
Jóia Rara, estou lendo...sensibildade pura, o Real expresso...lindo!