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[02 de agosto de 2011]

Gosto de apagar a lâmpada fluorescente e observa-la enquanto ela some na escuridão como uma pessoa que aos poucos vai adormecendo. Sem pressa, no mundo ela está ali para ser esquecida sem demora. De sol intenso ela vira lua, apenas como reflexo do que era, um satélite, uma lembrança boa que aos poucos se apaga de nossas memórias e se perde na escuridão.

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