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[12 de agosto de 2011]

O tubo da caneta é como uma lente. Giro-o e as gotas de tinta aumentam e diminuem, refratam. Puxo a ponta da caneta e ela termina antes do esperado, era menor do que eu imaginava. Letras grandes com pensamentos pontiagudos, indo para um dia quem sabe talvez a descoberta de mim por mim mesma num tropeço da minha própria falta de virtudes.

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