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[24 de agosto de 2011]

Num sopro
Liberdade
Só saber
Nada
A vida simples
Da mente ignorante
Como se vivesse ordem
Sem sentido
Desfoque no canto
Fim da linha vejo
Quanto mais é menos
Sonhos em negrito
Um grito negro
De olhos fechados
Infinito
Joga fora meu corpo
Envolve gelado desejo
De mergulhar
No cheiro de jasmim
Explodo-me sem direito
De pedir licença

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