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[12 de novembro de 2011]

Da vida levo
Um corpo cansado
E a tristeza pungente
Para que ando?
Na busca incasável
Em ter e o que ter
Morro a qualquer momento
Agora, depois
Sei que morro
E os vivos discutem
Brigam, roubam
Se desrespeitam
Se machucam
E morrem sempre no final
Não pensar?
Deixar viver até a morte?
Talvez morrer na esperança
De viver mais
Mas, já que estou vivo,
Aceito que nada
Faça sentido

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