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[13 de janeiro de 2012]

Eu, como se fosse hoje e assim
Ia te querer se pudesse de perto
Criar entre o sono e a desventura
Tudo que se pode e que se esquece
Somos assim frágeis
Como se no amor fosse quebranto
Já estão mortos os donos das palavras que leio
mas vivem comigo, preto no branco
No quase sono palpita
Um amor por entre tudo que for efêmero
E solitário

Comentários

Mylle, suas poesias é realmente convidativo a não parar de ler. Parabéns pelo lindo trabalho que tem feito. Beijão