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Antes de dormir

Na calma centrípeta das horas
Ouço um fato interessante
No vento forte que me empurra
Um passo adiante
A tontura de pioras
Corpo mole em sofreguidão
De doente acamado
Com a cabeça no chão
Um sono quase vitória
Conduz a madrugada
De calo quase frio
E sinusite atacada
Fecha os olhos e, aos poucos
O corpo mole se entrega
Tudo relaxa, devagar
Mas a ideia se nega

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