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Zumbidos

Isso da gente
Não controlar o que sente
De se perder
Nas entranhas do destino
De deitar e rolar
Nas atitudes impensadas
De mergulhar cada vez mais
Num poço de erros seguidos
Ainda há de nos enlouquecer
Nas noites solitárias
De corpos vazios
E zumbido de pernilongo
Ao pé do ouvido

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